14 de fevereiro de 2017

Posts da página do Facebook (6)

O critério que presidiu à publicação de todas as obras que têm vindo a ser mostradas, na página do Facebook ou aqui neste blogue, foi o de apresentar obras que foram publicadas na imprensa (mesmo que há muito tempo, como as capas de Revistas, de livros ou outras publicações), obras que fazem parte de colecções dos Museus Nacionais, ou de outras instituições que em alguma altura apresentaram essas mesmas obras em exposições, exposições que terão tido lugar nalgum período entre 1978 e 2017. E ainda, obras que tenham feito parte de Catálogos de Leiloeiros, e que por isso deverão ter já estado disponíveis nalgum período, online. 

Eis aqui mais algumas:

"Telhados de Lisboa" - 1945
Esta obra "Telhados de Lisboa" - 1945, está no catálogo e esteve presente na exposição do Centenário de nascimento de Mestre António Soares - Porto (1994) e Funchal (1995)


"Sabonete Feno de Portugal - FSC" - 1933
Esta imagem aparece publicada em vários blogues, mas sabemos que todas as fotos desta época (entre 1933 e 1935) foram editadas pelo Mestre António Soares.

"Estudo para papel de embrulho - FSC (Fábrica Santa Clara)" - 1933
Este estudo e as quatro fotos abaixo, composições publicitárias para o sabonete Feno de Portugal,foram apresentadas a público, pela primeira vez, na exposição “Olhares – os estudos e os desenhos” nas comemorações do 120º aniversário de nascimento de António Soares (1894-1978) na Fundação Escultor José Rodrigues de Set2014 a Mar2015; este "Estudo para papel de embrulho - FSC (Fábrica Santa Clara)" - 1933, esteve também presente na Galeria Nave (actualmente Museu do Design da Câmara Municipal de Matosinhos) na Exposição realizada no âmbito da Experimenta Design 2015, entre Nov2015 e Mar2016


"Feno de Portugal - FSC" - 1933

"Feno de Portugal - FSC" - 1933

"Feno de Portugal - FSC" - 1933

"Feno de Portugal - FSC" - 1933

12 de fevereiro de 2017

Posts da página do Facebook (5)

Mais algumas imagens de obras que foram exibidas em exposições colectivas e individuais:

"Ponte D. Luís - Porto" - 1935
A "Ponte D. Luís - Porto" - 1935, pertence à colecção da Fundação Calouste Gulbenkian, está neste momento em exibição na Exposição "Porto com Sentido" na Fundação Manuel da Mota, no Mercado do Bom Sucesso, no Porto.

"Floração de reflexos nas águas do Douro" - 1962
"Floração de reflexos nas águas do Douro" - 1962, apareceu publicado numa Agenda com obras de vários coleccionadores particulares

"À Vara Larga" - 1930
"À Vara Larga" - 1930, um estudo para um telão teatral, esteve na exposição do Centenário de nascimento de Mestre António Soares - Porto (1994) e Funchal (1995)

"Retrato da menina Maria António de Mello Breyner, filha dos Condes de Mafra" - 1932
Este "Retrato da menina Maria António de Mello Breyner, filha dos Condes de Mafra" - 1932, pertence também à colecção da Fundação Calouste Gulbenkian, e a última vez que esteve em exposto foi em 2015 na Exposição "Olhares", na própria Fundação.

"Panorama de Alfama - a Igreja de Santo Estêvão" - 1966
Este óleo, "Panorama de Alfama - a Igreja de Santo Estêvão" - 1966, pertence à colecção do Banco de Portugal

"Retrato de Madame António Soares" - 1930
"Retrato de Madame António Soares" - 1930, esteve presente na exposição “Olhares – os estudos e os desenhos” nas comemorações do 120º aniversário de nascimento de António Soares (1894-1978) na Fundação Escultor José Rodrigues de Set2014 a Mar2015

"Terra Portuguesa - estudo" - 1936
"Terra Portuguesa - estudo" - 1936, para uma das duas obras encomendadas para a Exposição do Ano X da Revolução Nacional, em 1936, pertence à Fundação Escultor José Rodrigues; esteve presente na exposição “Olhares – os estudos e os desenhos” nas comemorações do 120º aniversário de nascimento de António Soares (1894-1978) na Fundação Escultor José Rodrigues de Set2014 a Mar2015


11 de fevereiro de 2017

Posts da página do Facebook (4)

Mais algumas publicações:

"Chá das Cinco - A Hora do Pecado" - 1921 
Publicado num dos primeiros números do Diário de Lisboa, diário vespertino cujo logotipo é também de António Soares, foi ele um dos primeiros colaboradores artísticos deste jornal, juntamente com Almada Negreiros e Jorge Barradas, entre outros. Esta é uma reprodução do desenho no periódico.

"Colheita de maçãs" - 1922
"Colheita de maçãs" - 1922, pertence à colecção da Fundação Calouste Gulbenkian

"À Garçonne" - 1928 - Revista Ilustração

"Mulher sem nome" - 1928
 "Mulher sem nome" - 1928, pertenceu, durante muitos anos à colecção da Cooperativa Artística Árvore, do Porto

"Auto-retrato com chapéu" - 1930
"Auto-retrato com chapéu" - 1930, pertence à colecção de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian

"No terrace du Café des Plaires" - 1922
"No terrace du Café des Plaires" - 1922, pertence à colecção do MNAC - Museu do Chiado, e esta obra foi também capa do catálogo da Exposição "Modernismo Feliz - Art Déco em Portugal", que foi uma primeira abordagem ao período do Modernismo, que teve lugar entre Junho e Novembro de 2012

"Menina sentada - Judite" - 1925
"Menina sentada - Judite" - 1925, pertence à colecção da Fundação Mário Soares

10 de fevereiro de 2017

Posts da página do Facebook (3)

Mais uma série de obras, e publicações:



"Varinas" - 1922
 "Varinas" - 1922, pertence à colecção do Museus da Cidade de Lisboa

"Saloias na Estrada" - 1930
 "Saloias na Estrada" - 1930, pertence à colecção do MASP - Museu de Arte Contemporânea de S. Paulo

"Elegante num café em Paris" - 1921
"Elegante num café em Paris" - 1921 (apareceu em catálogos digitais de leiloeiros)
"Cartaz" - 1918
"Cartaz" - 1918, foi a primeira capa ilustrada desta revista, uma das primeiras colaborações de "graphic-design"

"Stand da Casa TÁTÁ" - 1928
Foi com este "Stand da Casa TÁTÁ" - 1928, que Mestre António Soares ganhou o 1º Prémio do Salão Vogue da Elegância Feminina, e começou a mostrar o seu arrojo em arquitectura e design...

"A Revolução de Maio - Cartaz para o filme de António Lopes Ribeiro" - 1938

"Coristas da Folies Bergères - série Lutécia" - 1944

As "Coristas da Folies Bergères - série Lutécia" - 1944, é uma obra pertencente à Fundação Calouste Gulbenkian; esteve presente na exposição “O Modernismo Feliz – Art Déco em Portugal” MNAC-Museu do Chiado de Junho a Nov2012

9 de fevereiro de 2017

Quem eram os "Modernos", ou "Modernistas"?...

Num excelente artigo de autoria do Dr. Carlos Bártolo, publicado no RIHA Journal - o Jornal da Associação Internacional dos Institutos de Pesquisa em História de Arte (Journal of the International Association of Research Institutes in the History of Art), descobrimos algumas imagens muito interessantes que, com a devida vénia ao autor, nos atrevemos a publicar, alguns excertos, com uma tradução livre:

(...) [7] O magazine (o Notícias Ilustrado) era dirigido e suportado pela colaboração de várias figuras da geração dos Modernistas Portugueses. Este era um grupo multidisciplinar de artistas – das belas-artes à literatura, fotografia, arquitectura, etc. – o qual, desde meados dos anos 10, por vezes subdivididos em diferentes períodos ou grupos, exercia uma abordagem a algumas das ideias e atitudes dos últimos movimentos artísticos

Posts da página do Facebook (2)

Mais algumas obras de algumas colecções particulares, mas que de algum modo foram expostas ou publicadas entre 1978 e 2017:

"Quarta-feira de Cinzas" - 1925
"Quarta-feira de Cinzas" - 1925, colecção particular, realizado para uma das paredes da sala do "Bristol Clube", esteve finalmente em 2012 presente na Exposição “O Modernismo Feliz – Art Déco em Portugal” MNAC-Museu do Chiado de Junho a Nov2012

"Desenho de costumes - um bocadinho de má-língua" - 1930

"Natureza-morta - estudo" - 1924
"Natureza-morta - estudo" - 1924, esteve presente e vem no catálogo da exposição "Dos nossos anos vinte" que teve lugar no Porto em 1986

"Varinas" - 1916
"Varinas" - 1916 (apareceu num catálogo de Leilões)
"Retrato da mulher do artista" - 1932
O "Retrato da mulher do artista" - 1932, pertence à colecção da Fundação Calouste Gulbenkian

"Feira de Loulé" - 1930
"Feira de Loulé" - 1930 (apareceu num catálogo de Leilões)

"Velhos Bairros ao Sol" - 1932
O "Velhos Bairros ao Sol" - 1932, faz parte da colecção de Arte Moderna da Fundação Millennium BCP; está incluído no Catálogo Pintura Modernista na Colecção Millennium BCP que teve a primeira exposição em Janeiro de 2015

Posts da página do Facebook Mestre António Soares (1)

Em paralelo com a colocação de imagens na página do Facebook, vamos colocar também aqui mais imagens, para uma maior divulgação do trabalho e do génio de António Soares.

"A Sé e o Tejo" - 1914

"A bicha da Mercearia" - 1916

"A Sé e o Tejo" - 1914, e "A bicha da Mercearia" - 1916, estiveram presentes na exposição do Centenário de nascimento de Mestre António Soares - Porto (1994) e Funchal (1995); e na exposição “Olhares – os estudos e os desenhos” nas comemorações do 120º aniversário de nascimento de António Soares (1894-1978) na Fundação Escultor José Rodrigues de Set2014 a Mar2015

"Crepúsculo Colorido" - 1925
O "Crepúsculo Colorido" - 1925, faz parte da Colecção da Fundação Calouste Gulbenkian.

"A hora do chá na Garrett" - 1930
Este lindíssimo óleo, "A hora do chá na Garrett" - 1930, esteve presente na exposição do Centenário de nascimento de Mestre António Soares - Porto (1994) e Funchal (1995);

31 de dezembro de 2016

Feliz Novo Ano de 2017


Um grande abraço a todos os amigos que nos têm acompanhado, e muito particularmente a todos os que têm trabalhado incansavelmente na preparação e organização das exposições retrospectivas do meu saudoso tio, o Mestre António Soares.
A todos um bem-hajam e vemo-nos no próximo ano!

29 de novembro de 2016

Actualização do Blog

Estimados amigos, leitores deste minúsculo blog:

Porque me merecem imenso respeito e consideração devo apresentar as minhas desculpas pelos lapsos de tempo entre cada post. A razão prende-se com disponibilidade, mas fundamentalmente com problemas familiares. Esta página é editada pela sobrinha do Pintor Mestre António Soares, e o meu Pai foi até ao dia 3 de Abril do corrente ano de 2016, o último irmão vivo do grande pintor Modernista do século XX. 

Dei início a este blog pela impossibilidade de alterar o site "www.mestreantoniosoares.org", e para ir dando a conhecer as actividades de divulgação da obra do artista.

Mestre António Soares morreu em 1978. Desde essa altura que a família tem vindo a aguardar a tão esperada e merecida Exposição Retrospectiva, que deveria ser organizada pelas entidades públicas. A nossa impaciência, como Família mais chegada ao artista e detentora dos direitos autorais da obra, prende-se, por um lado, com o facto da existência de um enorme hiato entre os dois factos (morte do artista e realização de uma primeira Exposição Retrospectiva), mas também por o irmão mais novo, meu Pai, Américo de Miranda Soares, ter dado início e realizado, ao longo de mais de trinta anos, um Inventário exaustivo da obra do irmão, que tanto admirava.

O espólio existente teve, por parte de Américo Soares, uma atenção e um cuidado muito para além do que é corrente por parte das famílias de outros artistas, salvo honrosas excepções (que confirmam a regra), sendo que a preocupação pela divulgação e insistência junto de várias entidades, ao longo destes trinta e oito anos, veio a culminar na preparação de duas grandes exposições - que deveriam ter sido inauguradas em Novembro de 2015 - mas que por força das circunstâncias e de dificuldades várias, serão inauguradas separadamente mas, felizmente, acreditamos nós, com grande impacto.

Os 33 anos de diferença que separavam o meu Pai, Américo, do artista Mestre António Soares, fazem de mim, na realidade, uma sobrinha da mesma geração dos netos e sobrinhos-netos de todos os amigos e conhecidos do nosso Tio, que com ele privaram. Do único irmão ficam agora três sobrinhos, sendo eu a mais velha. Mas também existem agora mais seis sobrinhos netos e a nossa Mãe, também já bastante idosa, representará o nosso Pai, sempre que possível, pelo enorme desejo que este sempre nutriu em ver a Exposição Retrospectiva da obra do irmão.

Neste momento, o ponto da situação é o seguinte:

O Museu Nacional do Teatro e da Dança vai inaugurar - a data será anunciada aqui e na Comunicação Social, sem dúvida, muito brevemente - já no início do próximo ano de 2017, uma exposição sobre António Soares (realizado com material existente no Museu e também com material - desenhos, estudos, projectos, e mesmo alguns cenários e rompimentos - que a Família aí colocou em depósito desde 2009) que irá demonstrar a influência que este grande artista do século XX teve, para a modernização do Teatro em Portugal, nomeadamente nos anos '30. Recomendamos a aquisição do catálogo, realizado com a qualidade a que o Museu do Teatro e da Dança nos habituou, e que será um documento precioso para o início da redescoberta deste exímio artista.

O Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado, por seu lado, teve mais dificuldade em reunir um conjunto interessante e significativo de obras, dado na sua grande maioria estarem em colecções particulares, mas aos poucos foram aparecendo inúmeras famílias e coleccionadores que, ao longo destes 38 anos, têm aguardado, também com uma ansiedade semelhante à da família, por esta tão merecida Exposição Retrospectiva. Esperamos ainda que, dados os constrangimentos que foram surgindo, mais algumas obras apareçam. De qualquer modo, a perspectiva é a de que a Exposição que tinha sido anunciada (no próprio site do MNAC) primeiro para Novembro de 2015 e posteriormente para Março de 2016, e que até agora não sabemos quando poderá ter lugar, deverá ser realizada até meados do próximo ano, por isso, não desesperemos, já esteve mais longe a expectativa. Todos sabemos dos cortes orçamentais que têm afectado a cultura, assim como outras áreas. O trabalho mais difícil que foi a reunião das peças e a elaboração dos textos para o Catálogo, já foi feito. Resta agora a calendarização seguida pela adjudicação das verbas para a sua montagem. Por tudo isto peço, a todos os inúmeros coleccionadores/emprestadores das obras do Mestre António Soares, que foram contactados previamente, que aguardemos pacientemente.

Como compreendem, o facto de António Soares ter sido um artista que teve, desde os 16 anos, de trabalhar para viver, e ainda, mais tarde, de sustentar a família, condicionou um pouco a sua actividade (não podia só "pintar o que lhe apetecia" mas teve de trabalhar para encomendas, como acontecia com todos os seus colegas) sendo que a contrapartida foi uma produção imensa, que engloba ainda trabalhos em Cinema, e trabalhos gráficos (que os artistas na época tinham tendência a desvalorizar), mas que hoje em dia estão englobados na categoria de Design, e que existe ainda muito para descobrir... e ser "descoberto". Daí também a importância destas Exposições, para colocar no seu devido lugar, no panorama das Artes Nacionais, este grande artista do Modernismo.

Julgo que com este post não estou a ser indiscreta, estou só a tentar ser objectiva e factual. Tenho assim que agradecer, de uma forma geral e informal, o trabalho e empenho de Directores de Museus e de Fundações, Conservadores e Técnicos Especializados, que a seu tempo nomearei com a devida vénia, que se têm identificado com os nossos desejos, como família, que se têm tornado amigos, e que me têm ajudado a continuar o trabalho iniciado pelo meu Pai.

Efectivamente, foi essa a promessa que fiz ao nosso Pai, há já alguns anos, em 2012, aquando da Exposição no MNAC - Museu do Chiado «O Modernismo Feliz - Art Déco em Portugal», a de continuar o trabalho por ele iniciado, tal como expliquei acima. 

Oportunamente então irei continuar a "postar" informação relevante para o conhecimento deste grande artista do século XX. Em simultâneo, a um ritmo mais regular, no "Facebook" tenho estado a publicar imagens, sem grandes explicações, dado que estes dois instrumentos, têm funções e projecção diferenciadas.

Bem hajam por continuar a visitar-nos. Deixem-nos os vossos comentários, são sempre bem vindos,

Ana Isabel de Ornellas   


31 de março de 2016

Página no "Facebook"

Mais perto dos nossos amigos, numa página do "Facebook", agora que estão quase a acontecer as Exposições Retrospectivas de "António Soares" - esperamos o mais breve possível poder anunciar-vos a data da primeira exposição.

Vai ter lugar no Museu Nacional do Teatro e da Dança em... Janeiro de 2017 (?)...

Até lá... deixo-vos com a imagem, lindíssima, da "Dama de Violeta" (1921) que pertence à Casa Museu Leal da Câmara - um dos grandes amigos de António Soares...

http://www.patrimoniocultural.pt/pt/museus-e-monumentos/rede-portuguesa/m/casa-museu-leal-da-camara/