O blogue sobre a vida e obra do grande pintor do Modernismo Português, Mestre António Soares - a biografia, as colecções públicas e privadas, os óleos, os painéis, os desenhos, o teatro, as ilustrações, o design, os prémios, as exposições colectivas e individuais... e aguardamos pelas primeiras Exposições Retrospectivas organizadas pelo Estado.
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22 de maio de 2019
"Júlio e outros modernistas” - projecto “Arte Partilhada” da Fundação Millennium BCP e a Galeria Julio / Centro de Memória de Vila do Conde
A Galeria Julio / Centro de Memória de Vila do Conde recebe a exposição “Julio e outros modernistas” no âmbito do projeto “Arte Partilhada” da Fundação Millennium bcp, até 22 de setembro de 2019.
Será inaugurada, no próximo dia 24 de maio, pelas 19h, na Galeria Julio / Centro de Memória de Vila do Conde a exposição de pintura e desenho “Julio e outros modernistas”.
A mostra resulta de um convite dirigido à Fundação Millennium BCP, pela Câmara Municipal de Vila do Conde, no âmbito do projeto “Arte Partilhada”.
Dando continuidade à missão de preservação, estudo e divulgação da obra do artista e poeta vilacondense, Julio / Saúl Dias, a Galeria Julio acolhe um vasto conjunto de obras plásticas de artistas seus contemporâneos, alguns deles ligados a Vila do Conde, representativos do Modernismo em Portugal, potenciando uma nova leitura dos trabalhos do artista.
Amadeo de Sousa Cardoso, Almada Negreiros, Eduardo Viana, António Carneiro, Mily Possoz, Carlos Botelho, Jorge Barradas, Mário Eloy, António Soares, Bernardo Marques, Francis Smith, Dordio Gomes e Carlos Carneiro, acolhidos, simbolicamente, por Julio, na sua terra natal, estarão representados nesta grande mostra que reunirá mais de 80 obras de diferentes técnicas, entre pintura e desenho, provenientes da coleção da Fundação Millennium bcp e da coleção da Câmara Municipal de Vila do Conde.
A exposição estará patente até 22 de setembro.
Terça a domingo // 10h às 18h
Largo de S. Sebastião
4480-706 Vila do Conde
Telefone: 252 248 468
Email:centro.memoria@cm-viladoconde.pt
19 de setembro de 2018
Os Modernistas Amigos e Contemporâneos de Amadeo de Souza-Cardoso - obras da Colecção da Fundação MillenniumBCP
Mais uma vez, a exposição itinerante da colecção moderna da Fundação Millennium BCP sai de Lisboa e vem até ao Norte, à terra-natal de Amadeo de Souza-Cardoso e ao Museu Municipal que deste modo homenageia um dos seus mais dilectos filhos, atribuindo o seu nome ao Museu.
Desta feita são 59 obras de 14 artistas, começando pelo anfitrião de que a colecção apresenta duas obras, e continuando e prolongando a exposição itinerante que esteve também em Castelo Branco de 2015 a 2016.
Nesta exposição estão presentes obras dos seguintes artistas:
- Amadeo de Souza-Cardoso;
- Eduardo Viana;
- José de Almada Negreiros;
- António Carneiro;
- Francis Smith;
- António Soares;
- Mily Possoz;
- Jorge Barradas;
- Bernardo Marques;
- Mário Eloy;
- Júlio Reis Pereira;
- Carlos Botelho;
- Dordio Gomes;
- Carlos Carneiro;
Museu Amadeo de Souza-Cardoso
Alameda Teixeira de Pascoaes, Amarante
T. 255 420 282
Exposição patente de 20 jul a 28 out 2018
Horário: ter-dom 10h-12h30, 14h-18h
Preço único: €1
20 de novembro de 2015
A PINTURA MODERNISTA na Colecção MillenniumBCP
Inaugurado a 30 de Janeiro de 2015, esteve patente na Galeria Millennium na Rua Augusta, em Lisboa, até 24 de Abril, a exposição "Pintura Modernista na Colecção Millennium BCP".
Integrando 85 obras de 15 artistas, dadas as limitações de espaço da própria Galeria do Millennium, tal como já acontecera com a Colecção da Pintura Naturalista, só uma pequena parte representativa esteve patente ao público, oferecendo porém o Catálogo uma visão abrangente e muito bem documentada de toda a sua colecção.
A convite do Conservador da colecção, o nosso amigo Dr. Rui Paiva, foi com muito prazer que ajudámos na datação das obras do Mestre António Soares, que são apenas 5, e onde nos confrontámos com uma singularidade - uma das obras é apenas um terço de uma obra muito maior, de que existe uma foto em arquivo.
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| "Caçada a cavalo na neve" - 1939 |
Este facto estranho e curioso fez com que a Professora Dra. Raquel Henriques da Silva, Curadora "permanente" da colecção do Millennium BCP, resolvesse incluí-lo no catálogo, com a esperança de que um dia venha a aparecer o resto da obra.
Estas são as duas obras que estiveram patentes em Lisboa, neste período:
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| "Caçada a Cavalo na Neve - fragmento" - 1939 |
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| "Ribeira do Velho Burgo - Porto" - 1962 |
Fica aqui um pequeno filme que retrata o que aconteceu durante a inauguração:
Nem de propósito, a mesma exposição, agora itinerante, foi inaugurada esta semana, desta vez no Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco. Oportunamente incluiremos mais imagens.
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DESEJO / TENSÃO / TRANSIÇÃO - Experimenta DESIGN 2015 - ExD15 - na Galeria NAVE em Matosinhos
Este ano, a novidade da Experimenta Design 2015 não é só o facto de se ter espalhado e ter mais dois pólos no Norte, mais precisamente em Matosinhos e no Porto.
A novidade é que há um núcleo de desenhos sob o tema
"DESENHAR O MODERNISMO"
que apresenta cerca de 75 desenhos inéditos de Mestre António Soares!
A exposição de Matosinhos vai estar patente de 12 de Novembro até 12 de Março de 2016, todos os dias úteis - de Segunda a Sexta das 9h - 12h e 14h - 17 - Sábado das 15h - 18h.
O convite que aqui fica é irem visitar o núcleo de Matosinhos - Galeria Nave da Câmara Municipal de Matosinhos.
De qualquer modo, iremos colocar aqui as imagens que estão patentes, como meio de divulgar ainda mais o nome de Mestre António Soares, desta feita como um dos "pais" do Design Português...
A PINTURA MODERNISTA na Colecção MillenniumBCP (2)
Justifica-se e tem actualidade. Logo juntaremos mais imagens da colecção António Soares na colecção Millennium BCP.
“Esta exposição apresenta uma selecção das obras da Colecção Millennium BCP cujos autores iniciaram as suas carreiras nas primeiras três
décadas do século XX. Para a história da arte, são artistas modernistas
que questionaram os processos da pintura naturalista, empenhada na
verosimilhança entre o visto e o representado. Os modernistas, pelo contrário, não acreditam nessa naturalidade do ver:
pretendem que o espectador não confunda a realidade com a pintura e
sugerem que esta pode enriquecer aquela, através da imaginação plástica.
Na maioria dos casos, as obras expostas confirmam o que a história da arte foi elaborando, mas, noutros, a surpresa pode emergir. Este é o desafio que a exposição propõe, quer aos especialistas, quer os visitantes interessados: que cada um indague e encontre afinidades emotivas e estéticas que confirmem (ou perturbem) o que antes sabia ou amava.”
Na maioria dos casos, as obras expostas confirmam o que a história da arte foi elaborando, mas, noutros, a surpresa pode emergir. Este é o desafio que a exposição propõe, quer aos especialistas, quer os visitantes interessados: que cada um indague e encontre afinidades emotivas e estéticas que confirmem (ou perturbem) o que antes sabia ou amava.”
Raquel Henriques da Silva
Curadora da Exposição
Curadora da Exposição
Exposição composta por 60 obras de 15 artistas modernistas
portugueses: António Carneiro; Amadeo de Souza-Cardoso; Eduardo Viana;
José de Almada Negreiros; Francis Smith; António Soares; Mily Possoz;
Jorge Barradas; Bernardo Marques; Mário Eloy; Júlio Reis Pereira; José
Dominguez Alvarez; Carlos Botelho; Dordio Gomes; Carlos Carneiro.
Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco
Campo Mártires da Pátria; S/N (Devesa)
6000-097 Castelo Branco
13 Nov 2015 > 10 Abr 2016
Entrada gratuita
Ter > Dom 10h > 13h / 14 >18h
Encerra segundas-feiras
Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco
Campo Mártires da Pátria; S/N (Devesa)
6000-097 Castelo Branco
13 Nov 2015 > 10 Abr 2016
Entrada gratuita
Ter > Dom 10h > 13h / 14 >18h
Encerra segundas-feiras
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| "Velhos Bairros ao Sol" - 1932 |
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18 de outubro de 2013
"Ofícios" e "As Artes, as Letras e as Ciências" - no Palácio da Assembleia da República
O tema "deambulatório" não cessa de me vir à cabeça. Com efeito, se pensar bem, há muitas obras do Mestre António Soares que ficam em "locais de passagem", como o Painel da Escola Secundária Engº. Ferreira Dias, no Cacém - localizado na Recepção da Escola; ou os painéis da Escola Secundária Dr. Solano de Abreu, em Abrantes - cujo espaço começou por ser o Ginásio da Escola, local onde passaram imensos jovens nas suas aulas de Educação Física, e que é agora o Grande Auditório.
No ano passado, aquando da extraordinária exposição "O Modernismo Feliz - Arte Nova em Portugal" que teve lugar no MNAC - Museu do Chiado, a maior obra exposta foi uma pintura a óleo, enorme, que foi designada por "A Agricultura, o Comércio, as Indústrias" e datado de 1933, e que segundo o nosso registo é designada por "Ofícios" e foi realizada, efectivamente, em 1935. Lamentavelmente não tenho ainda uma foto adequada, só uma que tirei aquando da referida exposição.
Noutro dia, por razões profissionais, fui participar num workshop precisamente na Assembleia da República. Ao passar por um corredor, por sinal relativamente largo, dou exactamente com esta obra, e com a que foi encomendada na mesma ocasião que emparelha com esta, designada por "As Artes, as Letras e as Ciências", também, claro de 1935. Os quadros são tão grandes que o corredor não permite um recuo suficiente para uma foto total. Só como registo, até conseguir um melhor, que espero me seja providenciado pela Directora do Museu da Assembleia da República:
E aqui estão mais duas obras... num "local de passagem"...
1 de setembro de 2013
Inventário ou Catálogo Raisonné... da obra do Mestre António Soares
Já aqui tenho feito referência, em vários notícias, ao "Inventário"... E o que é o "Inventário"? Normalmente também se pode utilizar a palavra mais internacional, francesa, "Raisonné", que significa sensivelmente o mesmo, que é a listagem detalhada, com várias entradas e referências bem como com reproduções (ou não), da obra de um artista plástico, ou de um grupo de artistas, por exemplo.
Normalmente os artistas são... "artistas", isto é, temos na ideia que são pessoas um pouco alheadas dos aspectos práticos e mais "comesinhos" do dia-a-dia. Algumas vezes esta imagem é exactamente verdadeira e correcta, e designa na maior parte das vezes, muitos dos "artistas" que se tornaram mais conhecidos mundialmente. Assim como artistas menos conhecidos.
Aliás até há "artistas"... sem obra... os "verdadeiros artistas"...
Mas nem sempre tem de ser, ou é, assim. Posso dar um exemplo maisto recente, por exemplo do artista austríaco, Friedensreich Hundertwasser, que faleceu há poucos anos, que até nem ligava muito ao facto de ter ou não dinheiro para comer ou se vestir, mas que foi um dos primeiros verdadeiros Ecologistas! Porém tinha sempre o maior cuidado na numeração e contabilização de todas as suas obras de arte, quer fossem serigrafias, que conseguia tornar únicas cada uma das unidades de várias séries, quer os seus magníficos quadros, quer painéis de azulejos - temos o privilégio (todos os cidadãos) de poder admirar um magnífico painel no Metropolitano da Gare do Oriente - quer projectos de arquitectura...
Vem esta referência a propósito da obra do Mestre António Soares. Efectivamente, desde a sua morte há trinta e cinco anos, tem vindo o seu irmão, Américo Soares, a elaborar o "Inventário" ou "Raisonné" de toda a obra, a partir de Catálogos das exposições Individuais e Colectivas, das reproduções (fotos) a partir do advento da fotografia, mas principalmente a partir de um instrumento precioso e inusitado (tendo em conta a "definição de artista" acima): das suas agendas.
Efectivamente o Mestre António Soares, que para além da sua paixão pela pintura, não teve Pai rico que o sustentasse e teve de viver do seu trabalho, tornou-se (por temperamente ou por necessidade) numa pessoa muito organizada que registava toda a sua vida em agendas que, felizmente, nunca deitou fora! A cada dia, em agendas grandes, de tamanho aproximado a folhas "A4", registava todas as saídas e entradas de dinheiro, desde o pão, os sapatos que tinham ido ao sapateiro, a conta paga ao talhante ou... "o quadro xxxxx vendido por $$$$$ ao Sr. Fulano". (verdadeiramente a "inveja" de qualquer investigador)...
Mas não foi só isso o espólio do grande artista. Tinha também o cuidado desde muito jovem, de guardar todas as referências às exposições, os artigos de jornal, as críticas, e... imensa correspondência!
Correspondência de amigos, de colegas, de coleccionadores, desde 1912 e anteriores... Há postais e cartas que, sem códigos postais iam ter às mãos do destinatário: cartas dirigidas "Ao Pintor António Soares, Café A Brasileira do Chiado, Lisboa". (testemunhos fantásticos!...)
Depois da Biografia completa, está na nossa ideia a publicação de "Correspondência", e em função da oportunidade, ou do interesse que possa vir a ser demonstrado, mais publicações relativas a grupos de obras ou a épocas, a tipos de actividade - está em estudo, por parte do Museu Nacional do Teatro, a elaboração de um Raisonné da obra do Mestre António Soares em tudo o que ao Teatro diz respeito, onde ele trabalhou durante muitos anos.
Mas mais recentemente, através da Internet, também me tem sido possível recuperar imagens de obras das quais não tinhamos referências ou imagens, pelo que o "Inventário" está sempre a ser actualizado.
Bom seria que os proprietários de colecções particulares nos contactassem a fim de podermos actualizar as imagens das obras que possuem. Também para efeitos de autenticação de obras, neste momento, a Família do Mestre António Soares, é a entidade mais idónea e credível de autenticação de obras de António Soares!
Vamos continuar a trabalhar nesse sentido, de descobrir e dar a conhecer onde se podem encontrar, em locais públicos, obras deste grande pintor do século XX.
23 de janeiro de 2013
"O Modernismo Feliz - Art Déco em Portugal" - Exposição no MNAC - Museu do Chiado de 28 Junho a 25 Novembro de 2012
Foi a imagem deste pequeno quadro de António Soares ("No terrace du café des plaires"), que pertence à colecção do Museu do Chiado, que serviu de inspiração para o Catálogo da Exposição.
Prevista para encerrar a 28 de Outubro, acabou por se prolongar por mais 4 semanas, devido à afluência verdadeiramente excepcional (só em Agosto o Museu do Chiado teve mais de 22.000 visitantes) que reflete o interesse que Lisboa e o público em geral têm pelo tema e pelas obras dos grandes artistas portugueses do século XX.
Um autêntico êxito! Está de parabéns o Museu do Chiado, e está de parabéns o Comissário da Exposição, um verdadeiro entusiasta do Movimento Modernista Português, e também apaixonado pela obra do Mestre António Soares, o Dr. Rui Afonso Santos!
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